terça-feira, 17 de março de 2009

Tema: Qualquer Situação
Texto: Fl 4.12-13.
Reflexão por Taciano Cassimiro

Exórdio: Quando olhamos para o passado e vemos como nossos pais, avós e bisavós viviam, precisamos reconhecer que teríamos dificuldades para viver em épocas como aquelas. Mesmo as crianças e jovens de hoje se perguntam como era possível viver sem um telefone celular, Internet ou mesmo um telefone comum. Como era possível preparar pratos tão deliciosos com poucos ou quase nenhum eletrodoméstico? E como as pessoas faziam para viajar, sem um horário preciso, sem poder avisar quando estavam chegando?
Do ambiente úmido e escuro da prisão, assim como de suas constantes viagens e aventuras, Paulo se acostumou a ver a realidade com outros olhos. Hoje, ele nos desafia a fazer o mesmo quando diz: “com a força que Cristo me dá posso enfrentar qualquer situação”.

Resumo da Epistola
I. Saudações e Expressões de Gratidão, 1 – 11
II. A Situação Pessoal de Paulo: A Pregação de Cristo, 1. 12 – 30
III. O Padrão da Vida Cristã: A Humildade de Cristo, 2. 1 – 30
IV. O Prêmio da Vida Cristã: O Conhecimento de Cristo, 3. 1 – 21,
V. A Paz da Vida Cristã: A Presença de Cristo 4. 1 – 23.

É no quarto capítulo que Paulo mostra que “ Em Qualquer Situação Cristo está Conosco “.

1. Paulo tinha essa idéia porque ele aprendeu a ver a realidade com outros olhos “com a força que Cristo me dá posso enfrentar qualquer situação”.

2.Paulo contava com uma ajuda especial “com a força que Cristo me dá posso enfrentar qualquer situação”.

3. Paulo contava com a força de Cristo “com a força que Cristo me dá posso enfrentar qualquer situação”.

Ao terminar essa mensagem e voltar à sua vida cotidiana, lembre-se da força que Paulo recebia de Jesus e que lhe ajudava a viver em todo lugar e qualquer situação. Jesus também quer compartilhar essa força com você.

Oremos: Senhor Jesus ajuda-me a não reclamar. Dirige meus olhos para as coisas que vêm de ti, para que eu possa estar sempre contente e de bom humor. Amém.

sábado, 14 de março de 2009


Tomé Estava em Crise de Fé
Texto: João 20.19-29
Por Taciano Cassimiro
Pregado na Igreja Presbiteriana de Arapiraca/AL em 2008

Você já esteve em crise de fé? Acredito que sim. Não é possivel está por cima o tempo todo. Não existe estabilidade plena de energia psiquica. Ninguém é emocionalmente estatico. Tomé estava dentro desse mesmo contexto do qual todos nós estamos.

Tomé era testemunha ocular dos ensinos, dos sermões, dos milagres mais diversos operados por Jesus. Ele simplesmente era um discipulo corajoso, disposto e leal ao seu Senhor. Estava pronto e decido a morrer por causa Dele " ...Então, Tomé, chamado Didimo, disse aos condiscipulos: vamos também nós´para morrermos com ele" Jo 11.16. Que homem fantastico era Tomé. Todo pastor que ter um membro de Igreja com essas qualidades e disposição.

O interessante é que geralmente as pessoas só são valorizadas e aceitas quando apresentam as caracteristicas apresentadas e presentes em Tomé.

Imagine se nesse momento um membro de sua igreja entrasse na mesma, e declarasse - pastor ou igreja, eu não creio mais, eu não acredito na ressurreição, estou cansado de tantas promessas e, de nada ver além de palavras.

Imagine o choque que a igreja, o pastor e quem mais estivesse presente teria. Foi justamente isso que aconteceu com Tomé. Ele chegou diante do colégio apostolico e simplesmente soltou o verbo ( tristeza, duvida). O homem corajoso, fiel, disposto a morrer por seu Senhor, teve seus dias dificeis em que sua fé não era mais a mesma.

Três pontos interessantes da vida de Tomé :

1. Em Sua Crise Ele Preferiu Ficar Sozinho.

Enquanto os discipulos estavam reunidos, na benção, na glória, no aleluia. Tomé estava sozinho por opção. El não queria naquele momento contato com os irmãos da caminhada que até aquele momento havia percorrido juntos.

As vezes nos encontramos nesta mesma situação. Não queremos falar com ninguém. Nosso desejo é só de ficar sozinho.

Os momentos de Crises nos desperta tal sentimento. Tais momentos nos empurra para o isolacionismo, individualismo e outros ismos.

Os discipulos foram abençoados por Jesus que apareceu naquela reunião e ministrou-lhes uma palavra " Paz Seja Convosco", que palavra, que consolo, que frase de efeito a ponto de transformar discipulos que estavam morrendo de medo dos judeus, em testemunhas da RESSURRREIÇÃO DO CRISTO. E o interessante , talvez assustador ,é, que Tomé o discipulo corajoso, fiel, disposto e abnegado perdeu tudo isso. Motivo? Em Sua Crise de Fé Ele pPreferiu Ficar Sozinho. Longe dos irmãos, da Igreja, do convivio com os santos. Muitos de nossos irmãos tomam a mesma decisão nos momentos de crise.

Quando Você estiver em crise procure o pastor, a igreja, os santos. Não fique sozinho!

2. Em Sua Crise Ele Duvidou da Verdade.

Que verdade? A Verdade de Deus. A Verdade da Ressurreição.

Crise é marcada por duvidas as mais diversas. Tomé tinha verdades diante dele. Quais eram suas verdades? Perseguido pelos judeus, por Roma, o seu mestre pra " ele" não tinha ressuscitado. Promessas, promessas, promessas, palavras e nada mais. Essa era a sua verdade. Onde estava Jesus? no sepulcro.

Tomé estava em maus lençóis!

Quando alguém está em crise de fé. A duvida é sua principal companheira. Facilmente duvidamos das promessas de Deus, e achamos até que tudo acabou e que a única opção que nos resta é larga tudo, jogar tudo para o ar ,e refazermos nossas vidas dentro de uma nova perspectiva. Ainda que esta perspectiva ,seja, meramente humana, embasada em um momento dificil, de desequilibrio emocional e espiritual.

Nessa experiência Tomé não está sozinho. Somos vitimas muitas vezes desta situação. Entretanto, a verdade de Deus sempre prevalece sobre nossas limitações, questionamentos e desequlibrio seja ele qual for. A verdade de Deus sempre vem a tona. Para desestabilizar nossas duvidas e nos fazer ver, acreditar,e sentir em meio ao temporal, em meio a escuridão de nossos olhos ,e, em meio a falta de sensibilidade de nossas almas, que Ele é fiel, e que sua verdade é a que nos faz viver e vencer nossas duvidas, e os demais problemas de nossas vidas.

A duvida de Tomé foi vencida pela aparição do mestre. Agora, Tomé não estava mais só. Ele estava com os irmãos reunidos, e foi justamente nessa hora que Jeus fez o milagre em sua vida. Tomé voltou a ser crente, eis, a sua confissão " ..Senhor meu e Deus meu!" exclamou Tomé.

Suas duvidas serão vencidas no ambiente da igreja, no convivio com os santos. É nesse contexto que Cristo vai se revelar pra VOCÊ mediante sua palavra. Fazendo tua alma triunfar sobre a duvida.

Deixe que a verdade de Deus ( A Palavra de Deus ) faça a diferença em sua vida, e que a mesma seja lâmpada para os seus pés e luz para o seu caminho.

3. Em Sua Crise de Fé Ele Foi Corajoso

Corajoso pra falar o que sentia, o que carregava dentro do peito, da alma. Tomé era um cara arretado, como se diz no nordeste. As pessoas param pra falar mau de Tomé. Hoje, ele é o simbolo maior da incredulidade. Entretanto, poucos sabem quem realmente foi Tomé. Era ele um homem de Deus, um discipulo, um crente fiel. A crise que ele atravessou não o faz menos crente, que eu, ou você. Até porquê quem nunca passou por um momento de crise em sua espiritualidade? Ninguém.

Tomé tinha coragem de colocar pra fora, de ser verdadeiro, de se expor. Tomé não usava mascaras. O que me chama atenção é que o texto não diz em momento algum, se os discipulos foram, ou não, a procura de Tomé para conduzi-lo ao covivio dos discipulos. Provavelmente não foram. por quê? dizer na igreja que está fraco assusta, incomoda os irmãos, é assinar o atestado de crente vazio.

Geralmente quando se faz a pergunta na igreja " quem está fraco ou triste, e alguém responde com um amém". Logo, se escuta rapidinho, " O SANGUE DE CRISTO TEM PODER ", como se o crente não pudesse ficar triste, com raiva, com duvidas ou cansaço na alma.

Ha igreja em particular precisa aprender a tratar seus filhos em crise. Precisa visita-los, ampara-los. Chega de hipocrisia, chega da sindrome do super-crente. Ninguém está por cima o tempo todo. Todo mundo tem problemas que mais cedo ou mais tarde irão estourar. Os problemas nunca vão desaparecer nesta sinuosa e bela existencia. Os problemas existem para serem resolvidos. Para se extrair lições deles. Igreja deve ser o lugar onde devemos ser tratados e curados.

Quando Tomé colocou pra fora o que estava lhe incomodando. Jesus o tratou. Ele não foi lançado fora, foi restaurado por Jesus. Sua atitude humanamente falando foi uma loucura, um ato de desespero. Para Jesus foi a oportunidade de trata-lo, de Curar a alma de Tomé, que se encontrava cansada, enferma e conturbada. Em nenhum momento, Tomé deixou de ser bem-aventurado, o texto biblico não afirma isso em nenhum momento. Tenho certeza que Tomé se em caixa em alguma das bem aventuraças do monte.

Conclusão

Nos momentos de crise não fique só procure a igreja, o pastor. Em crise procure não duvidar da Palavra de Deus. Creia em Deus e em sua Palavra independente de qualquer coisa. Caso você, seja tomado pela duvida, descrença, isolacionismo ou individualismo. Seja corajoso, abra seu coração, sua alma e seja tratado por Jesus.

terça-feira, 10 de março de 2009

UMA MULHER CHAMADA DORCAS

MENSAGEM PREGADA NA IGREJA PRESBITERIANA DE ARAPIRACA- AL EM 07/03/09 .
P OR 
Missionario, Taciano Cassimiro

TEXTO: ATOS 9.36 - 43


Ana Kime no ano de 1545 na Inglaterra, foi acusada de heresia, interrogada por duas vezes e, lançada na prisão. Torturada no cavalete ( instrumento usado para torturar). Convidada a negar a fé evangelica. Entretanto Ana Kime resistiu bravamente e orou da seguinte forma " ..dou graças a meu Senhor Deus pela sua eterna misericordia. Ele deu me forças para persistir na minha fé, e espero que hei de resistir até o fim". Ana foi amarrada pela cintura em um poste e, em seguida queimada viva. Suas palavras finais foram as seguintes: " prefiro morrer do que negar a fé ".

Ana Kime pode ser vista como um grande exemplo de fé. Uma mulher que independente das provações continuou fiel ao seu Deus.

Que todos possam seguir seu exemplo!
 
Na cidade de Jope um antigo porto do mar ( atualmente Jafa, ao sul de Tel Aviv ), cerca de 60 Km a noroeste de Jerusalém. Havia uma mulher que entrou para a história do povo de Deus por ter sido uma pessoa que fez a diferença em seus dias, em sua epoca.
"Uma mulher chamada Dorcas" é o tema de nossa reflexão. 

Vamos aprender com essa mulher, caracteristicas e virtudes importantissimas para o crescimento do Reino de Deus e , para Gloria de Deus.

1. Dorcas era uma DISCIPULA.
Discipulo (a) é um aprendiz ou seguidor de outro. É o que vive em conformidade com os ensinamentos de seu mestre e, nesse caso é alguém que segue as pisadas de Cristo.

Dorcas seguia os passos de Cristo!
Dorcas andava, falava, se relacionava com as pessoas como seu mestre Jesus.

Dorcas era uma discipula e isso é muito importante. Ha historia de Dorcas começa dizendo que ela era uma " DISCIPULA".

Que todos possam seguir seu exemplo.
2. Dorcas era uma mulher notavel.

Ela era digna de nota, atenção, ou apreço ou louvor. Pessoa ilustre. Extraordinaria.

Existem mulheres que são notaveis pela capacidade de fazer o mau, falar da vida alheia, pela preguiça ou mentira. Mulheres que fazem lembrar as personagens mas sinistras e malignas da televisão como uma antiga vilã das novelas ODETE HOTMAN que era super maldosa e mesquinha. Sem contar o exemplo recente da novela " A FAVORITA ", FLORA, que era invejosa, destruidora, assassina e sem afeto.
Infelizmente exsitem pessoas assim na Igreja.

Dorcas era notavel pelas boas obras que praticava.Por isso, era amada. O ibope de Dorcas estava nas alturas.

Dorcas se relacionava bem com as pessoas. Quando ela morreu houve muito choro. Todos sabiam que Dorcas jogava no time do bem.

Dorcas não podia continuar morta naquele momento e ,por isso, Deus operou um milagre em sua vida por meio do apostolo Pedro.

Dorcas era notavel e continua sendo e ,por isso, estamos aprendendo com ela noções basicas do que é ser cristão.

3. Dorcas era um instrumento de Deus

. Para dar amor aos desamados;
. para dar veste aos descamisados
. Para dar agasalho protegendo assim os humildes do mau tempo.

A Madre Tereza de Calcutá disse certa vez " A FALTA DE AMOR É A MAIOR DAS POBREZAS ". DORCAS TINHA AMOR DE SOBRA.

Dorcas era uma verdadeira benção nas mãos de Deus!

E finalmente, Dorcas era uma mulher que conduzia muitos aos pés de Cristo.
Atravéz de sua vida de piedade e amor cristão.

Suas boas obras e o milagre de Deus em sua vida seviram de sino para atrair muitas pessoas aos pés da cruz.

Conclusão
Que Deus levante mulheres cuja a fé em sem fingimento como Loíde e Eunice 2 tM 1.5. Cuja a vida seja um exemplo de fé e oração como Ana I Sm 1. 12-18. E cuja a vida seja SEMELHANTE a de Dorcas.















sábado, 7 de março de 2009

Rubem Alves




"Enquanto a sociedade feliz não chega, que haja pelo menos fragmentos de futuro em que a alegria é servida como sacramento, para que as crianças aprendam que o mundo pode ser diferente. Que a escola, ela mesma, seja um fragmento do futuro..."


Rubem Alves nasceu no dia 15 de setembro de 1933, em Boa Esperança, sul de Minas Gerais, naquele tempo chamada de Dores da Boa Esperança. A cidade é conhecida pela serra imortalizada por Lamartine Babo e Francisco Alves na música "Serra da Boa Esperança".


A família mudou-se para o Rio de Janeiro, em 1945, onde, apesar de matriculado em bom colégio, sofria com a chacota de seus colegas que não perdoavam seu sotaque mineiro. Buscou refúgio na religião, pois vivia solitário, sem amigos. Teve aulas de piano, mas não teve o mesmo desempenho de seu conterrâneo, Nelson Freire. Foi bem sucedido no estudo de teologia e iniciou sua carreira dentro de sua igreja como pastor em cidade do interior de Minas. No período de 1953 a 1957 estudou Teologia no Seminário Presbiteriano de Campinas (SP), tendo se transferido para Lavras (MG), em 1958, onde exerce as funções de pastor naquela comunidade até 1963.Casou-se em 1959 e teve três filhos: Sérgio (1959), Marcos (1962) e Raquel (1975). Foi ela sua musa inspiradora na feitura de contos infantis.Em 1963 foi estudar em Nova York, retornando ao Brasil no mês de maio de 1964 com o título de Mestre em Teologia pelo Union Theological Seminary. Denunciado pelas autoridades da Igreja Presbiteriana como subversivo, em 1968, foi perseguido pelo regime militar. Abandonou a igreja presbiteriana e retornou com a família para os Estados Unidos, fugindo das ameaças que recebia.


Lá, torna-se Doutor em Filosofia (Ph.D.) pelo Princeton Theological Seminary.Sua tese de doutoramento em teologia, “A Theology of Human Hope”, publicada em 1969 pela editora católica Corpus Books é, no seu entendimento, “um dos primeiros brotos daquilo que posteriormente recebeu o nome de Teoria da Libertação”.De volta ao Brasil, por indicação do professor Paul Singer, conhecido economista, é contratado para dar aulas de Filosofia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Rio Claro (SP).


Em 1971, foi professor-visitante no Union Theological Seminary.Em 1973, transferiu-se para a Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, como professor-adjunto na Faculdade de Educação.No ano seguinte, 1974, ocupa o cargo de professor-titular de Filosofia no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), na UNICAMP.É nomeado professor-titular na Faculdade de Educação da UNICAMP e, em 1979, professor livre-docente no IFCH daquela universidade. Convidado pela "Nobel Fundation", profere conferência intitulada "The Quest for Peace".


Na Universidade Estadual de Campinas foi eleito representante dos professores titulares junto ao Conselho Universitário, no período de 1980 a 1985, Diretor da Assessoria de Relações Internacionais de 1985 a 1988 e Diretor da Assessoria Especial para Assuntos de Ensino de 1983 a 1985.No início da década de 80 torna-se psicanalista pela Sociedade Paulista de Psicanálise.Em 1988, foi professor-visitante na Universidade de Birmingham, Inglaterra. Posteriormente, a convite da "Rockefeller Fundation" fez "residência" no "Bellagio Study Center", Itália.


Na literatura e a poesia encontrou a alegria que o manteve vivo nas horas más por que passou. Admirador de Adélia Prado, Guimarães Rosa, Manoel de Barros, Octávio Paz, Saramago, Nietzsche, T. S. Eliot, Camus, Santo Agostinho, Borges e Fernando Pessoa, entre outros, tornou-se autor de inúmeros livros, é colaborador em diversos jornais e revistas com crônicas de grande sucesso, em especial entre os vestibulandos. Afirma que é “psicanalista, embora heterodoxo”, pois nela reside o fato de que acredita que no mais profundo do inconsciente mora a beleza.


Após se aposentar tornou-se proprietário de um restaurante na cidade de Campinas, onde deu vazão a seu amor pela cozinha. No local eram também ministrados cursos sobre cinema, pintura e literatura, além de contar com um ótimo trio com música ao vivo, sempre contando com “canjas” de alunos da Faculdade de Música da UNICAMP.O autor é membro da Academia Campinense de Letras, professor-emérito da Unicamp e cidadão-honorário de Campinas, onde recebeu a medalha Carlos Gomes de contribuição à cultura.


Bibliografia:CrônicasAs contas de vidro e o fio de nylon, Editora Ars Poética (São Paulo)Navegando, Editora Ars Poética (São Paulo)Teologia do cotidiano, Editora Olho D'Água (São Paulo)A festa de Maria, Editora Papirus (Campinas)Cenas da vida, Editora Papirus (Campinas)Concerto para corpo e alma, Editora Papirus (Campinas)E aí? - Cartas aos adolescentes e a seus pais, Editora Papirus (Campinas)O quarto do mistério, Editora Papirus (Campinas)O retorno eterno, Editora Papirus (Campinas)Sobre o tempo e a eterna idade, Editora Papirus (Campinas)Tempus fugit, Editora Paulus (São Paulo)Livros InfantisA menina, a gaiola e a bicicleta, Editora Cia das Letrinhas (SP)A boneca de pano, Edições Loyola (SP)A loja de brinquedos, Edições Loyola (SP)A menina e a pantera negra, Edições Loyola (SP)A menina e o pássaro encantado, Edições Loyola (SP)A pipa e a flor, Edições Loyola (SP)A porquinha de rabo esticadinho, Edições Loyola (SP)A toupeira que queria ver o cometa, Edições Loyola (SP)Estórias de bichos, Edições Loyola (SP)Lagartixas e dinossauros, Edições Loyola (SP)O escorpião e a rã, Edições Loyola (SP)O flautista mágico, Edições Loyola (SP)O gambá que não sabia sorrir, Edições Loyola (SP)O gato que gostava de cenouras, Edições Loyola (SP)O país dos dedos gordos, Edições Loyola (SP)A árvore e a aranha, Edições Paulus (SP)A libélula e a tartaruga, Edições Paulus (SP)A montanha encantada dos gansos selvagens, Edições Paulus (SP)A operação de Lili, Edições Paulus (SP)A planície e o abismo, Edições Paulus (SP)A selva e o mar, Edições Paulus (SP)A volta do pássaro encantado, Edições Paulus (SP)Como nasceu a alegria, Edições Paulus (SP)O medo da sementinha, Edições Paulus (SP)Os Morangos, Edições Paulus (SP)O passarinho engaiolado, Editora Papirus (Campinas)Vuelve, Pájaro Encantado, Sansueta Ediciones SA (Madrid, España)Filosofia da Ciência e da EducaçãoA alegria de ensinar, Editora Ars Poética (SP)Conversas com quem gosta de ensinar, Editora Ars Poética (SP)Estórias de quem gosta de ensinar, Editora Ars Poética (SP)Filosofia da Ciência, Editora Ars Poética (SP)Entre a ciência e a sapiência, Edições Loyola (SP)Filosofia da ReligiãoO enigma da religião (Campinas, Papirus)L' enigma della religione (Roma, Borla)O que é religião? (S. Paulo, Brasiliense)What is religion? (Maryknoll, Orbis)Was ist religion? (Zurich, Pendo)Protestantismo e Repressão (S. Paulo, Ática)Protestantism and Repression (Maryknoll, Orbis)Dogmatismo e Tolerância (S. Paulo, Paulinas)O suspiro dos oprimidos (S. Paulo, Paulinas)BiografiasGandhi: A Magia dos gestos poéticos (S. Paulo/Campinas, Olho D'Água/Speculum)TeologiaA Theology of Human Hope (Washington, Corpus Books)Christianisme, opium ou liberation? (Paris, Éditions du Cerf)Teologia della speranza umana (Brescia, Queriniana)Da Esperança (Campinas, Papirus)Tomorrow's child (New York, Harper & Row)Hijos del manana (Salamanca, Siguime)Il figlio dei Domani (Brescia, Queriniana)Teologia como juego (Buenos Aires, Tierra Nueva)Variações sobre a vida e a morte (São Paulo, Paulinas)Creio na ressurreição do corpo (Rio de Janeiro, CEDI)Ich glaube an die Auferstehung des Leibes (Dusseldorf, Patmos VERLAG)I believe in the resurrection of the body (Philadelphia, Fortress Press)Je crois en la résurrection du corps (Paris, Éditions du Cerf)Poesia, Profecia, Magia (Rio de Janeiro, CEDI)Der Wind blühet wo er will (Dusseldorf, Patmos)Pai nosso (Rio de Janeiro, CEDI)Vater Unser (Dusseldorf, Patmos)The Poet, the Warrior, the Prophet (London, SCM Press)Parole da Mangiari (The Poet, the Warrior, the Prophet), Edizioni Qiqajon Comunitá di Bose (Itália)VídeosO SímboloVisões do Paraíso (realizado para apresentação na ECO -92)Conversando com quem gosta de ensinar
Dados extraídos de livros do autor e de sítios da Internet.
Visitem "A casa de Rubem Alves".

sexta-feira, 6 de março de 2009

Por Que o Justo Sofre?

Texto: II Co 12. 7-10.

Por Taciano Cassimiro

Exórdio: Filósofos, teólogos, cristãos e pessoas dos mais diferentes credos religiosos fazem a mesma pergunta: Por Que o Justo Sofre?

Introdução: O patriarca Jó á 1500 A.c. Mesmo sendo um homem integro, e reto, temente a Deus e que se desviava do mal se deparou com essa problemática: Por Que o Justo Sofre?

O profeta Habacuque por volta do ano 607 A.c. também se deparou com o mesmo questionamento a ponto do profeta indagar “ Até Quando Senhor “. O seu “ até quando “ não era um desaforo, mas sim um grito de angústia. Na tentativa de saber “Por Que o Justo Sofre?”.

O apostolo Paulo no ano 57 A.d. Escreve a segunda carta aos corintios com o propósito de (1) expressar alegria pela reação favorável da igreja ao seu ministério; (2) relembrar os crentes seu compromisso para com a oferta aos cristãos da Judéia e (3) defender sua autoridade apostólica.
A carta de Paulo aos corintios gira em torno do tema que há muitos anos atrás fora suscitados por patriarcas, profetas e outros santos. Ou seja, “Por Que o Justo Sofre?”.
Os a pertos da vida de Paulo foram tão terríveis cuja lista torna-se até cansativa em 2 Co 11. 16 – 33. Sabe-se que em determinado momento O APOSTOLO PAULO chegou a desesperar da própria vida, por causa dos sofrimentos, 2 Co 1.8-9.

Mas afinal “Por Que o Justo Sofre?”.

I. Em Alguns Casos Deus Não Nos Revela o Motivo do Sofrimento.

. Jó não recebeu maiores explicações acerca de seu sofrimento. Nem passava pela sua cabeça que todo seu · sofrimento começou de uma aposta “ entre Deus e o Diabo”.

· Nem sempre Deus nos diz o PORQUE do nosso sofrimento, dores e pesares.

II. Em Alguns Casos Deus Revela “ O Porque do Sofrimento “.

No caso de Paulo o sofrimento ( ..espinho na carne. ) tinha como propósito benéfico mantê-lo humilde.

Todos têm um espinho na carne para se queixar. Ninguém quer sentir dores, perseguições, rejeições e injúrias.
Para o apostólo Paulo a “atuação do Poder de Cristo nele era mais importante do que a ausência de dor”.

III. Em Meio “ Aos Sofrimentos “ o Justo Poderá Sempre Contar com “ A Graça de Cristo “.

Para o apostolo “ A Graça de Deus “ lhe bastava.

Quando a Graça de Deus se manifesta?

(3.1) Quando os problemas parecem ser insolúveis 2 Rs 4. 1- 7.
(3.2) Quando todo mundo diz : acabou “ sua filha já está morta, Mc 5.35“.
(3.3) Quando Os Sofrimentos da Vida parece que vai nos sucumbir, Deus manifesta a sua Graça “ A Minha Graça Te Basta “.

Conclusão:

Mesmo que a pergunta não seja respondida de forma satisfatória aos nossos ouvidos, mente e coração. Devemos nos contentarmos com a certeza de que A GRAÇA DE DEUS NOS BASTA!!!!!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Tema: Quando os problemas da vida nos impedem de ver Deus..
Texto: João 4.1-42.

Pregado na Congregação Presbiteriana da Primavera

Missionário,Taciano Cassimiro


Exórdio: Comentários sobre “Os samaritanos".

Narração

A vida nossa de cada dia é marcada por vários momentos distintos. Momentos de alegria, de tristeza, de extrema euforia e de experiências marcantes na presença de Deus.
A vida da mulher da qual iremos refletir é uma prova de como as circunstâncias da vida, muitas vezes nos impedem de enxergar O Deus Todo Poderoso.
Iremos mostrar os três problemas que impedia a mulher samaritana de ver Deus embora estivesse conversando com Ele. ( Talvez alguém nesta noite esteja nessa condição ).

I. O Problema Religioso

Ela era da religião samaritana (A religião lhe cegava a visão do reino de Deus e do Próprio Deus).
A religião estava acima de qualquer coisa para ela ( eu vou morrer na minha religião). Obs. Os samaritanos tinham até Bíblia própria.
A religião tem afastado muitas pessoas de Deus.

Muitos só enxergam a religião!


II. O Problema do Preconceito

É Doloroso ser rejeitado
Ela era rejeitada por ser mulher
Ela era rejeitada por ter tido mais de um marido
Ela era rejeitada por ser samaritana
Ela era rejeitada por ser de uma religião diferente


III. O Problema de um erro na Vida

Vida de adultério:

. Naqueles dias o adultério era punido com morte;

Seus casos de amor lhe roubaram a esperança, a confiança nas pessoas e, talvez, até mesmo em Deus (muitos erroneamente culpam a Deus por seus sofrimentos);

Aquela era mais uma manhã sem esperança; sem significado e de cansaço. E era mais uma manhã que não deu certo.

“ Um erro na vida, não poder ser uma vida de erro “


Conclusão

Quando os problema da vida rouba-nos a percepção de Deus.

As tempestades da vida (doenças, desemprego e outros); Os desencontros na vida afetiva. Os desencontros na comunidade religiosa. As conseqüências do pecado (dor, revoltas, separações). Muitas vezes os problemas da vida nos tiram a percepção de Deus. Mesmo ele estando do nosso lado e batendo papo conosco. Mais graças a Deus que ele não desisti de nós.

Ela entrou na tarde com cores de ressurreição, pois Jesus lhe abriu os olhos para ela enxergá-lo, e por ele ser salva.
Batalha Espiritual no Nível Individual
Ministrado na Igreja Assembleia de Deus no ano de 2001 no bairro de Cruz das Almas - Maceió/AL
INTRODUÇÃO

I. A Primeira tentação é a de tentar absolutizar o desejo humano.


Essa tentação busca fazer do desejo humano a medida maior, a referencia mais importante, em função da qual a vida pode ser orientada.


Desejo do corpo
“ Então o tentador , aproximando-se lhe disse: Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães. MT 4.3 “.

Desejo da alma
“ Se és Filho de Deus, atira-te abaixo, porque está escrito: Aos seus anjos ordenará a teu respeito; e : Eles te sustentarão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra. Mt 4.6”.

Desejo do espírito
“ Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a gloria deles, e lhe disse: Tudo isto te darei se prostrado me, adorares. Mt 4.8-9”.


II. A Segunda tentação é a de tentar manipular o sagrado na vida humana.


Isto é muito sério, porque se faz alusão ao poder de se operarem milagres: transformar pedras em pães.

(....) manda que estas pedras se transformem em pa~es. Mt 4.3.

tentativa de manipulação do poder da promessa de Deus Salmos 91.11-12:

Se és filho de Deus, atira-te abaixo , porque está escrito: aos seus anjos ordenará a teu respeito; e : Eles te sustentarão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra. Mt 4.6.

O Diabo é especialista em perverter o sagrado freqüentemente, ele é capaz de transformar o milagre em charlatanismo; transformar a promessa genuína de Deus em heresia; o serviço caridoso ao próximo em negócio.

III. A terceira tentação é a de tentar absolutizar o papel da dimensão econômico-social do marketing e da política.


IV. A terceira tentação é a de tentar criar a filosofia de que os fims justificam os meios.


Essa filosofia nos atinge cotidianamente nas mais variadas áreas da nossa vida, seja profissionalmente, seja nos nossas opções políticas, seja no modo através do qual vemos o mundo e as pesssoas ao nosso redor.

Em síntese, o que o diabo está dizendo é :

- Para comer, para se promover e para conquistar, vale tudo!

V. A quinta tentação é a de tentar desviar o foco histórico de Deus para o homem.

Quando o Diabo se aproxima de Jesus, ele tenta de toda forma tirar o foco de Deus e desviá-lo para Jesus.

(....) Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pa~es. Mt 4.3.

(....) Se és Filho de Deus, atira-te abaixo.... Mt 4.6.

Preucupam-me todas as manifestações de espiritualidade que colocam um homem ou uma mulher contra a parede, forçando-os a darem uma demonstração de quem eles são.



VI. A sexta tentação é a de tentar criar a mentalidade utilitária do mundo espiritual.

Na primeira tentação Mt 4.3. o diabo estava querendo dizer a Jesus : - Se há poder em ti, esse poder tem que estar a seu serviço.

Na segunda tentação Mt 4.6, o diabo está querendo dizer a Jesus o seguinte: Se a palavra de Deus serve para alguma coisa ela tem que ser útil, no momento em que tu precisares.

Na terceira tentação Mt 4-9, o diabo quis dizer a Jesus: - Basta que tu me adores, para que tenhas tudo quanto queres.

É perigosa e diabólica a espiritualidade utilitária, uma vez que ela concebe a Deus, como Deus, apenas como fonte de bênçãos.


VII. A sétima tentação é a de tentar gerar desapontamento em relação á palavra de Deus.

Um dos ardis a que o diabo constantemente recorre é o de produzir dentro do coração humano o descrédito, a tristeza, a frustração, o abatimento e o cansaço em relação a palavra do Senhor ( Salmo 91 ).

VIII. A oitava tentação é a de tentar fazer a relação com o poder e com a autoridade ser mais importante que a relação com a vontade de Deus para a vida humana.


É tentação extremamente sutil e diabólica a de tentar fazer que a nossa relação com o poder e com a autoridade seja mais importante do que a nossa relação com a vontade de Deus. O diabo aproxima-se de Jesus e lhe diz: - olha, Jesus, os reinos são meus. Eu os darei a ti. Tu queres poder e autoridade? Eu os tenho para te dar!


CONCLUSÃO

Cristo venceu todas as tentações propostas por Satanás, mediante o poder da Palavra:

1) Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus. Mt 4.4.


2) Respondeu-lhe Jesus : Também está escrito: Não tentarás o Senho teu Deus. Mt 4.7.


3) Então Jesus lhe ordenou: Retira-te Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele darás culto. Mt 4.10.


Fiz um resumo dos pontos principais do livro do Rev. Caio Fabio

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Mensagem proferida por Miss. Taciano Cassimiro em Arapiraca-AL 16.09.08

Tema: Clamando ao Senhor em meio à calamidade.
Texto: SALMO 130

1 DAS profundezas a ti clamo, ó SENHOR.
2 Senhor, escuta a minha voz; sejam os teus ouvidos atentos à voz das minhas súplicas.
3 Se tu, SENHOR, observares as iniqüidades, Senhor, quem subsistirá?
4 Mas contigo está o perdão, para que sejas temido.
5 Aguardo ao SENHOR; a minha alma o aguarda, e espero na sua palavra.
6 A minha alma anseia pelo Senhor, mais do que os guardas pela manhã, mais do que aqueles que guardam pela manhã.
7 Espere Israel no SENHOR, porque no SENHOR há misericórdia, e nele há abundante redenção.
8 E ele remirá a Israel de todas as suas iniqüidades.
Exórdio:

Os Salmos 120 a 134 formavam um hinário utilizado pelos peregrinos que subiam para Jerusalém na comemoração das festas anuais de Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos.

Este Salmo é um verdadeiro lamento de uma alma que sofre as agruras da vida e suas conseqüências. Ha expressão “ Das Profundezas “ indica que era grande o problema existencial do salmista, e que o mesmo percebe que só em Deus é possível vencer as dificuldades da vida.

Este Salmo serve-nos de estimulo para orarmos ao Senhor , e continuarmos fiés independentemente das circunstancias. E também nos ensina a esperar sempre no Senhor.


I. Na calamidade reconhecemos nosso pecado v.3.

A grandeza do homem está em ele se reconhecer como miserável. Uma árvore não se dá conta da sua miséria.
Blaise Pascal

II. Na calamidade reconhecemos que precisamos de perdão v.4,8.

"Contrariedade - O homem é naturalmente crédulo, incrédulo, tímido, temerário."

III. Na calamidade ansiamos pela presença de Deus v.6.

Lc 15:17 E, tornando em si, disse: Quantos jornaleiros de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome!
18 Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante ti;

IV. Na calamidade aprendemos que devemos esperar pelo Senhor v.7

Is 49: 23 E os reis serão os teus aios, e as suas rainhas as tuas amas; diante de ti se inclinarão com o rosto em terra, e lamberão o pó dos teus pés; e saberás que eu sou o SENHOR, que os que confiam em mim não serão confundidos.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009


Meu objetivo era postar artigos, esboços e outros, de minha autoria nos ultimos meses. Entretanto, fiquei maravilhado diante do comentário "Pastores de alma, uma especie em extinção?" e considerei relevante, a ponto de recomendar a todos os pastores e lideres das mais diversas denominações a leitura do mesmo.
Que Deus te abençõe na leitura do texto,pois,eu já peguei a minha parte.
Missionário, Taciano Cassimiro

Pastores de almas, uma espécie em extinção?

Renato Vargens


Há pouco tempo ouvi uma história a qual compartilho com vocês. Uma irmã (a qual, por questões obvias, não vou revelar o nome e igreja), passou pela seguinte experiência:Em um final de culto, movida por um grave problema pessoal, ela procurou o seu pastor, no desejo de abrir o coração, pedindo-lhe que a ajudasse em aconselhamento pastoral. O pastor, sem poder ouvi-la naquele momento, até porque muita gente desejava lhe falar e, principalmente, cumprimentá-lo em virtude do "maravilhoso sermão "que havia pregado, solicitou à irmã que procurasse a secretaria da igreja e agendasse um encontro.
No dia seguinte a irmã procurou a secretaria, tentando agendar o encontro pastoral; no entanto, para sua surpresa, a secretária informou que o tal pastor não teria agenda livre para os próximos cinco meses, o que impossibilitaria o seu atendimento. A moça se desesperou, implorou, pediu pelo amor de Deus, mais nada pôde ser feito. A secretária explicou que o pastor tinha já agendado muitos encontros, jantares, viagens e conferências, as quais tinham que ser priorizadas, e que o máximo que ela poderia fazer seria encaixá-la num atendimento, quatro meses depois.
A moça saiu da igreja, naquela manhã de segunda-feira, pior do que entrara; na verdade, agora ela se sentia deprimida, desvalorizada e sem perspectiva alguma de ser ajudada em seu problema. O pastor, o qual ela pensava que poderia ajudá-la, infelizmente não poderia fazê-lo.
Seis meses se passaram e a moça desiludida, bem como desesperançosa, não fora mais à igreja. Para sua tristeza, ninguém, absolutamente ninguém, a procurara, querendo saber o motivo de sua ausência. Até que um dia, o pastor da igreja da qual fazia parte, encontrou-a na instituição bancária onde ela trabalhava. Ao vê-la, o pastor não esboçou nenhum comentário quanto à sua ausência; na verdade, a única coisa que falou, é que estava correndo em virtude da grande e complexa agenda.
Não sei o que você pensa e sente ao ler essa pequena história. Entretanto, quando soube do fato, fui tomado por uma grande perplexidade que me fez questionar sobre o papel pastoral nos dias de hoje. Aonde estão os pastores do povo de Deus? Aonde estão aqueles que por amor ao Rei, largam as 99 ovelhas e vão em busca de uma que se perdeu e sofre? Sem sombra de dúvidas, vivemos uma enorme crise de pessoalidade e afetividade na relação pastor-ovelha, isso porque, alguns dos ditos pastores se tornaram mega-stars da fé, imponentes pregadores, "Apóstolos desbravadores", além de "poderosos profetas". Junta-se a isso, o fato de que as mensagens pregadas nos púlpitos têm tido por fundamento o marketismo religioso, cujo conteúdo é humanista e secularizado. Infelizmente, sou obrigado a concordar que tais pastores têm se preocupado mais com a porta de entrada, do que com a porta de saída dos seus apriscos; mais com números do que com gente. Na verdade, ouso afirmar de que vivemos numa era onde as pessoas foram definitivamente coisificadas, onde seres humanos, criados a imagem e semelhança de Deus transformaram-se em gráficos e estatísticas.
Diante desta nebulosa perspectiva, sou tomado pela imprenssão de que essa geração necessita urgentemente de pastores de almas, de gente abnegada, que se preocupe com a dor do próximo e tenha prazer em cuidar da ovelha ferida. Para tanto, torna-se indispensável remodelar e reformar os conceitos pastorais desta geração, impregnando nos novos ministros, amor, compromisso e fidelidade para com Deus e seu Reino. Além disso, julgo também que seja imprescindível de que os pastores desse tempo, sejam plenamente comprometidos com a Santa Palavra de Deus, preocupando-se com o que ela diz, tomando-a como regra, bem como modelo de fé e comportamento para o seu ministério pessoal.
Vale a pena lembrarmos daquilo que o reformador francês João Calvino costumava dizer quanto a Palavra de Deus. (1) "A Escritura é a fonte de toda a sabedoria, e os pastores devem extrair dela tudo aquilo que expõem diante do rebanho" (2) Calvino afirmava que através da exposição da Palavra de Deus, as pessoas são conduzidas a liberdade e a segurança da fé salvadora, dizia também que a verdadeira pregação, tem por objetivo abrir a porta do reino ao ouvinte, isto é, em outras palavras o que ele está a nos dizer, é que as Escrituras Sagradas, devem ser o principal instrumento na condução, consolidação e pastoreamento do povo de Deus.
No exercício de seu pastorado, Calvino dizia que a pregação pública deveria ser acompanhada por visitas pastorais. (3) Junta-se a isso o fato, de que ele sempre procurou encorajar pessoas sobrecarregadas, as quais não conseguiam encontrar consolo mediante sua própria aproximação de Deus, a procurarem seu pastor para aconselhamento particular e pessoal.
Conforme registro de um dos seus colegas pastores em Genebra, "(...) os que lhe procuravam eram recebidos com simpatia, gentileza e sensibilidade. Ele os atendia e prontamente lhes respondia as perguntas, mesmo as mais sérias delas. Sua sabedoria era demonstrada nas entrevistas particulares tanto quanto nas conversas públicas onde ele confortava os entristecidos e encorajava os abatidos...". [4].
Calvino também acreditava que o ensino, além de ser público nos cultos, deveria ser acompanhado por orientação pessoal e aplicado às circunstâncias específicas da vida de suas ovelhas. Atendia noivos que estavam se preparando para o casamento, pais que traziam seus problemas relacionados aos seus filhos, pessoas com dúvidas ou dificuldades doutrinárias, lutas com enfermidades, ouvia confissões de pecados, e a todos ele os recebia e levava o conforto e o encorajamento necessários. [5]Amados irmãos, ainda que os nossos dias, sejam diferentes dos dias dos reformadores, carregamos em nosso tempo as mesmas demandas pastorais.
Nossas igrejas estão cheias de individuos em crise, de familias desestruturadas, além de pessoas que foram violentamente marcadas por satanás e o pecado. Ouso afirmar que neste tempo pós moderno, onde o relativismo tem mostrado as suas garras, necessitamos urgentemente de pastores preparados e capacitados, que amem a Deus acima de todas as coisas, e que se disponham a pastorear abnegadamente o rebanho de Cristo.
Que Deus tenha misericórdia de seu povo e levante pastores segundo o seu coração.
Soli Deo Gloria,

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Não Confie em Seus Méritos.

Por 
Taciano CassimiroTexto: Lucas 18. 9 – 14.
 

I. Não Confie Em Sua Religião:

. Religião não salva;
.Religião não perdoa pecados;
. Religião por mais séria e sincera que seja não pode te conduzir a uma vida eterna com Deus.

II. Não Confie Em Suas Práticas Piedosas:


Nossas obras diante de Deus, não passam de trapos de imundícias;
Nossas orações e jejuns não podem nos salvar;
Nossas contribuições nem de longe nos garante salvação.

III. Não Confie Em Seu Padrão de Moralidade.


.Não ha um justo se quer;
.Os padrões de moralidade dos homens estão manchados pelo pecado;

Nossa religião, nossas práticas piedosas, nossos padrões de moralidade não nos justificam diante de DEUS.

Por isso, Confie nos méritos de Cristo. Pois Ele é quem:

.Perdoa os pecados;
.Ele é quem nos justifica por sua Graça;
.Somente Ele é quem nos exalta a categoria de filhos de Deus.

Portanto não ouse confiar em seus méritos. Confie nos meritos de Cristo!
Tema: AMOR A BASE DE TUDO
Texto: I Co 13.1-3.
Pregado na Igreja Presbiteriana do Jacintinho em 2006
por Taciano Cassimiro

“... limites de pedra não podem conter o amor, e o que o amor pode fazer, isso o amor ousa tentar”. W. Shakespeare.

Apresentação

Dentre todos os sentimentos o maior deles é o amor. O amor foi à base do ministério de Jesus. Suas palavras, seus gestos e suas ações foram demonstrações de amor.
Os apóstolos de Cristo em particular Paulo e João nos apresentaram em suas cartas como o amor deve ser sentido, e vivido na comunidade cristã.

Nessa mensagem invocamos as palavras de Paulo na primeira carta aos corintios capitulo 13, para refletirmos um pouco acerca desse assunto muito relevante para nós, uma vez que as comunidades cristãs têm sido solapadas por guerras das mais diversas, estou me referindo ao egoísmo, invejas, pelejas e murmurações no nosso meio, dando-nos provas de que em nossa jornada precisamos amadurecer.
Precisamos aprender a amar os nossos irmãos e o próximo como a nós mesmos, pois Deus é Amor.

Palavra chave: Amor

Definições:

Ágape - amor de Deus ( incondicional ).
Eros - amor de marido e mulher ( intimidade ).
Philos - amor de amigos ( consideração ).
Genos - amor de pai e mãe ( carinho ).

I. A Cidade de Corinto

A Cidade de Corinto - Localizada no estreito istmo entre os mares Egeu e Adriático , Corinto era uma cidade portuária e um rico centro comercial. Navios que quisessem evitar a perigosa viagem de contorno da parte meridional da península grega eram arrastados ao longo do istmo. A cidade ostentava um teatro ao ar livre com capacidade para 20.000 espectadores; os jogos atléticos ( chamados jogos istmos ) só perdiam em importância para os Jogos Olímpicos; Corinto possuía uma população que incluía gregos, romanos e orientais e exibia, com orgulho, o templo de Afrodite, com suas 1.000 prostitutas. A condição moral de Corinto é vividamente percebida no fato de que o termo grego “ Korintianizomai “ ( lit. agir como um Coríntio ) adquiriu o sentido de “ cometer fornicação “. Havia tavernas na parte sul do mercado, e muitos utensílios usados para bebidas alcoólicas foram recuperados quando tais bases foram escavadas. Corinto era notória por tudo que era pecaminoso.


II. A Carta aos Corintios ( Escrita em 56 D.c na cidade de Éfeso ).

Corinto, uma igreja carismática I Co 1.7.
Corinto, igreja com sérios problemas no que diz respeito à unidade que estava ameaçada I Co 1.12.
Corinto, igreja com problemas de imoralidade I Co 1.1-13.
Corinto, igreja com problemas litúrgicos ( Uso do Véu e Ceia do Senhor ), I Co 11.1-34.
Corinto, igreja com dificuldades carismáticas I Co Cap 12, 13 e 14.
Corinto, igreja que não tinha aprendido o significado do amor, e como, o mesmo é essencial na comunidade do povo de Deus.

Foi nesse contexto histórico e existencial que a Carta aos Corintios fora escrita. Afirmo que o tema principal dessa "Carta é o Amor", pois quem somos nós sem amor?
Tudo que fizermos sem amor não passará de esterco, lixo e obras sem significado e significação não terá expressão nenhuma. Porém com amor tudo que fizermos será manifestação do amor de Deus em nossas vidas Rm 5. 5.

III. A Banalização do Amor

Pessoas que mal se conhecem vão para o motel e dizem que fizeram amor.
Irmãos que mau se falam, PELO FATO DE um não IR com a cara do outro, se abraçam no momento do culto e dizem que se amam e ao termino do mesmo, é “ Tu pra lá e Eu pra cá “.
Frases de amor são ditas em momentos litúrgicos que manifestam “ amor, compreensão, reciprocidade e verdadeiro espírito cristão “ , porém não passam de simples verbalização de uma verdade que deveria ser vivida e sentida por nós.

A Palavra amor hoje é uma palavra qualquer, porém amor na Bíblia, é palavra que revela o Deus Todo Poderoso se manifestando na história humana “ porque Deus amou o mundo”.
Nós os Cristãos precisamos resgatar o verdadeiro amor em nossas comunidades, devemos falar, nos mover, nos abraçar e cumprimentar-nos com amor de Deus que foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo.


IV. O que deveria ser por amor é obrigação.

Observe as respostas:

Por que você não bebe? Resp. Porque a igreja proíbe.
Por que você não usa mini saia? Resp. Porque o Pastor não deixa.
Por que você não joga na Mega Sena? Resp. Porque a igreja disse que o crente não pode fazê-lo.

E O AMOR A DEUS?

O amor a Deus deve ser a base de nossas ações, decisões e motivações.

V. A Superioridade do Amor.

I Co 13.1-3.

Superior às línguas dos anjos (ainda que exista).

Superior às línguas humanas. Mesmo que tenhamos conhecimento de várias línguas humanas, aponto de sermos chamados de poliglotas, sem amor não passaremos de linguarudos.

Superior a toda ciência. Mesmo possuindo conhecimento cientifico nas mais diferentes áreas, a ponto de sermos referencia mundial, sem amor não passaremos de contentores de grande saber e nada mais.

Superior a Fé. Mesmo que nossa fé seja como a de Abraão Pai da fé, sem amor não passará de um pensamento positivo.

Superior aos atos de caridade. Ainda que sejamos superiores em obras de caridade a ponto de superarmos a Madre Teresa de Calcutá, sem amor nada seriamos ou seremos.

Superior ao martírio. Ainda que sejamos serrados ao meio, queimados na fogueira, lançados na arena para sermos devorados por Leões, ou como, Maximilan Coube sacerdote católico que deu sua vida para salvar companheiros de prisão na segunda guerra mundial, sem amor será sacrifico de tolo.


Aplicação Final

Que o amor seja à base de nossa fé.

Que o amor seja à base de nosso relacionamento familiar.

Que o amor seja à base de nossos abraços, choros, risos e até mesmo de nossa tristeza, pois muitas vezes ficamos tristes por amor.

Que o amor seja à base de nosso relacionamento na comunidade do povo de Deus, ou seja, da Igreja.

Que o amor seja à base de nossas emoções, palavras e ações.


O Amor nos faz SER gente boa, do bem, da paz, da vida, da felicidade. o Amor de Deus nos tornou seus filhos. Logo, devemos amar a Deus e ao próximo como a nós mesmos.
Em Cristo,
Missionário, Taciano
Arapiraca-AL 10 de fevereiro de 2009
Tema: Qualquer Situação
Texto: Fl 4.12-13.
Sermão pregado em 14 de setembro de 2008
Por Taciano Cassimiro

Exórdio: Quando olhamos para o passado e vemos como nossos pais, avós e bisavós viviam, precisamos reconhecer que teríamos dificuldades para viver em épocas como aquelas. Mesmo as crianças e jovens de hoje se perguntam como era possível viver sem um telefone celular, Internet ou mesmo um telefone comum. Como era possível preparar pratos tão deliciosos com poucos ou quase nenhum eletrodoméstico? E como as pessoas faziam para viajar, sem um horário preciso, sem poder avisar quando estavam chegando?
Do ambiente úmido e escuro da prisão, assim como de suas constantes viagens e aventuras, Paulo se acostumou a ver a realidade com outros olhos. Hoje, ele nos desafia a fazer o mesmo quando diz: “com a força que Cristo me dá posso enfrentar qualquer situação”.

Resumo da Epistola
I. Saudações e Expressões de Gratidão, 1 – 11
II. A Situação Pessoal de Paulo: A Pregação de Cristo, 1. 12 – 30
III. O Padrão da Vida Cristã: A Humildade de Cristo, 2. 1 – 30
IV. O Prêmio da Vida Cristã: O Conhecimento de Cristo, 3. 1 – 21,
V. A Paz da Vida Cristã: A Presença de Cristo 4. 1 – 23.

É no quarto capítulo que Paulo mostra que “ Em Qualquer Situação Cristo está Conosco “.

1. Paulo tinha essa idéia porque ele aprendeu a ver a realidade com outros olhos “com a força que Cristo me dá posso enfrentar qualquer situação”.

2.Paulo contava com uma ajuda especial “com a força que Cristo me dá posso enfrentar qualquer situação”.

3. Paulo contava com a força de Cristo “com a força que Cristo me dá posso enfrentar qualquer situação”.

Ao terminar essa mensagem e voltar à sua vida cotidiana, lembre-se da força que Paulo recebia de Jesus e que lhe ajudava a viver em todo lugar e qualquer situação. Jesus também quer compartilhar essa força com você.

Oremos: Senhor Jesus ajuda-me a não reclamar. Dirige meus olhos para as coisas que vêm de ti, para que eu possa estar sempre contente e de bom humor. Amém.

sábado, 7 de fevereiro de 2009


Estudo Bíblico - Missionário Taciano Cassimiro na Igreja Presbiteriana do Brasil em Arapiraca-Al 02/09/08

As Características da Identidade Cristã

Texto: Atos 11. 19-26.


I. Definindo o que seja um Cristão.


Cristão – Do grego “ Christhos “, Messias.

É aquele que vive de conformidade com os ensinamentos de Cristo. “ Fazer-se amigo de Cristo “.

Detectando melhor o que é um Cristão Jo 10: 27- As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; 28 E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão.
Cristão aqui é:

Uma pessoa que ouve a voz de Jesus Cristo.
Uma pessoa que se dispõe á segui-lo.
Uma pessoa que recebe dele a vida eterna.
Uma pessoa que tem segurança eterna.

Tudo isto envolve um relacionamento pessoal, produto de uma experiência pessoal.

O cristão é alguém compromissado com Jesus.


II. O Ambiente em que vive o cristão: Um desafio a sua identidade. Gn 4.17-26; Gn 6.12.

1. Homicídio – Violência.
2. Idolatria.
3. Prostituição.
4. Estrutura social contaminada pelo pecado.

Em Gn 4 e 6 temos um ambiente corrompido. Entretanto, uma linhagem começa a invocar a Deus. Também, somos chamados: “ Fl 2.15 Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo..”.

III. O Que caracteriza a identidade cristã nos tempos de Cristo?

A identidade cristã começa com uma cruz. Não num prédio ou num altar, mas no coração. Ser cristão é tomar a cruz com Cristo Lc 9.23. É crucificar-se como disse um teólogo do passado ,” O Cristo crucificado só pode ter seguidores crucificados “.

Mas em termos práticos o que significa esta identidade?

1. Um profundo apego à pessoa de Cristo.

Jo 6. 67 Então disse Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos?
68 Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna.

2. Um sério compromisso com Cristo.

LC 9.23 E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me.

3. Assumir o caráter de Cristo.

Cl 2.6 Como, pois, recebestes o Senhor Jesus Cristo, assim também andai nele.

4. Ter o coração aberto para todos.

Mc 2.15 E aconteceu que, estando sentado à mesa em casa deste, também estavam sentados à mesa com Jesus e seus discípulos muitos publicanos e pecadores; porque eram muitos, e o tinham seguido.

5. Ter a visão de Cristo.

Ter compaixão pelos pecadores.

Mt 9.36 E, vendo as multidões, teve grande compaixão delas, porque andavam cansadas e desgarradas, como ovelhas que não têm pastor.

A visão evangelistica e missionária é uma forte marca da identidade cristã. Como disse Robert Grant “ cristão e missionário são termos sinônimos “.

6. Ter consciência de ser peregrino.

Hb 13.14 Porque não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura.

Muitos cristãos vivem como se aqui fosse seu destino final. Perderam a consciência de peregrinos.

7. As marcas da cruz

Gl 6.17 Desde agora ninguém me inquiete; porque trago no meu corpo as marcas do Senhor Jesus.

Disse Campbel Morgan “ só o homem crucificado pode pregar a cruz “.

Disse Tomé: Jo 20.24 - Ora, Tomé, um dos doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. 25 Disseram-lhe, pois, os outros discípulos: Vimos o Senhor. Mas ele disse-lhes: Se eu não vir o sinal dos cravos em suas mãos, e não puser o dedo no lugar dos cravos, e não puser a minha mão no seu lado, de maneira nenhuma o crerei.

O Dr. Parcker de Londres disse que o que Tomé disse acerca de Cristo. O mundo está dizendo da igreja.

A identidade cristã busca tornar experiêncial a palavra do apostolo de Paulo “ Gl 2. 20 Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.
Qual é a maior necessidade da igreja de Cristo hoje ? “ As Marcas de Cristo “.

Sermão pregado na IPB-PRIMAVERA EM Arapiraca-Al em 05.10.08 por Missionário, Taciano Cassimiro

Um Convite Maravilhoso

Mateus 11
28 Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
29 Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.
30 Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.

Exórdio
Vez por outra, somos convidados a conhecer uma cidade histórica, um país por causa da sua história e beleza natural. Em outras ocasiões, somos chamados a ouvir um grande orador apresentar seus conhecimentos e eloqüência. Entretanto, por mais belo que seja o lugar. Por mais gloriosa que seja a história de um país ou de uma cidade. E por mais sábio que seja um orador, e atraente por suas idéias, e comovente o seu convite. Jamais, tais convites se comparam ao convite de Cristo “ Vinde a mim..”.

Narração
No princípio de seu ministério, Jesus Cristo se mudou para Cafarnaum ( que era centro de cobrança de impostos e posto militar do Império Romano) onde centralizou suas operações miraculosas, a ponto de vir a chamar-se a sua cidade, Mt 9.1. Muitos milagres foram operados em Cafarnaum. Jesus, não só curou, como também, fez da Cidade, o palco do maior e mais Maravilhoso convite já feito na história da humanidade “ Vinde a mim..”.
Nenhum convite pode ser comparado ao de Jesus;
Nenhum convite tem o poder do de Jesus;
Nenhum convite tem as marcas do amor, da misericórdia e da graça de Jesus.
O convite de Jesus “ Vinde a mim “ é maravilhoso pelas seguintes razões:


1. É Maravilhoso porque Jesus é maravilhoso.

· Maravilhoso em graça e em poder;
· Maravilhoso em seu amor incomparável;
· Maravilhoso em sensibilidade ( ele sente as dificuldades das pessoas ).

2. É Maravilhoso porque produz alívio.
Aparecem no texto:
· Os cansados - são aqueles que, em virtude do trabalho duro, da luta e esforço constante, pela sobrevivência cansavam-se, aponto de tornar-se desanimados e, por conseguinte cansados.
· Os oprimidos - são todos aqueles, que se encontravam oprimidos pelo jugo da Lei, pelo jugo do pecado, pelas enfermidades e por demônios.

Há opressão era tanto de ordem material (domínio romano); psicológica (ANSIEDADE, DEPRESSÃO); e espiritual (ESPÍRITOS MALIGNOS SE APODERAVAM DAS PESSOAS).

Jesus promete dar alívio a todos os que aceitarem seu convite maravilhoso.

3. É Maravilhoso porque nos dar o descanso.

· Alma cansada precisa de descanso;
· Alma cansada precisa de alívio;
· Alma cansada precisa de Jesus.

O Convite de Jesus se estende até nós nesta noite. Podemos receber dele o alívio, o descanso e paz que tanto precisamos. Mais, é necessário aceitarmos o convite maravilhoso de Jesus “ VINDE AMIM”.

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